Finalmente vim postar, rsrs, desculpem, estava sem tempo, mas aqui está uma parte, a primeira parte, era para ser mais longo, só que agora tenho que sair, então postei isso para não deixar sem postar nada.
Obs.: Isso não é plagio, fui eu que escrevi, só que o do link é a história original, pelo menos a primeira parte, e sim, o tumblr é meu.
As falas do garotinho se repetiam na cabeça de Amy, que agora conseguia se lembrar um pouco do passado, deixando mais claro suas insonias e ilusões, como ela aparecia em lugares sem se lembrar.
O porque de todo o sofrimento estava esclarecido, foi esclarecido por um simples garotinho com roupas esfarrapadas, mas só tem um problema, Amy não via isso.
Agora ela procura pelo garoto, ele parece ser muito sábio, e sabe coisas demais, pelo menos é o que ela pensa, de certa forma está correta, o garoto está escondendo mais coisas.
- O que você faz aqui? - Uma voz surgiu da escuridão.
- E-eu… eu não sei.
Ela entrara em panico, assim que notou que estava em um beco de Los Angeles, com um homem que ela não sabia de ontem surgira. Seu coração sensível acelerou, quando notou que de repente o homem estava atrás dela.
- Você não deveria estar aqui. - A voz doce do homem soou. - Aqui não é seguro para um…
A voz se calou, sem terminar a frase, Amy sentiu um arrepio descer por sua espinha, um arrepio de medo.
- O que uma garota como você faz aqui? - Soou uma voz diferente, dessa vez ameaçadora e real.
Era um garoto, talvez tinha uns 17 ou 18 anos, se não mais novo, que cheirava uma mistura de bebida e cigarro, um cheiro nem um pouco agradável, pelo menos não para Amy.
Amy fechou seus olhos com força, logo uma luz, branca e forte, invadiu o local onde estavam, a garota abriu os olhos, estava num lugar totalmente diferente, uma cachoeira? Ela não conseguiu ver direito. Ela apenas bateu a cabeça e desmaiou.
Os dias se arrastaram, por incrível que pareça o desaparecimento de Amy fazia um grande efeito, não por ela estar desaparecida, mas sim por estar inconsciente. O sol não brilhou tanto, isso não fazia e não faz sentido.
[…]
Após alguns dias, a garota acorda, por puro milagre, ainda estava no mesmo lugar, a grande e bela cachoeira, cercada por pinheiros, provavelmente longe de casa, ou o que ela chama de casa.
Se levantou cambaleando, seu jeans estava rasgado, sua regata, branca, caída de um ombro, encardida e úmida, seu all star preto ainda estava inteiro, apenas um pouco sujo e encharcado.
Saiu andando, tropeçando, mancando, e tentando não cair. Ela adentrou na ata, tonta, com a mão na cabeça, gemendo de dor, se apoiando nos enormes pinheiros existentes ali.
O sol já estava caindo, os barulhos de animais começaram a ser ouvidos por Amy, ventos frios batiam contra a pele da garota, a arrepiando, a fazendo tremer e bater os dentes, de frio. Trincou os dentes. Estava, provavelmente, uns dois graus, o que era ruim para Amy, que estava sem blusa, e molhada ainda por cima.
Cansada, a garota dos longos cabelos negros, se senta, apoiando suas costas em uma das arvores dali. Seus olhos piscaram, pesados, ela olhou para o lado, vendo um vulto, mas acabou caindo no sono.
Em seu sonho estava correndo, com uma manada de seres, não identificados por ela, atrás, eram vários, devia ter uns 15 ou 20 destes, e como sempre, ela estava sozinha, ou não. Não, ela não estava sozinha, não desta vez.
- Corra Amy - Disse uma voz doce, tão doce quanto a do garotinho.
- Mas…
- Apenas vá, eu te alcanço.
Amy, assustada fez o que o garoto pediu, só que sem notar, ela estava voando, para o alto, longe do lugar.
Logo ouve um barulho, vindo lá de baixo, para na copa de uma arvore, tentando ver alguma coisa, mas nada. Ela volta para lá, a procura do lindo garoto dos brilhantes olhos verdes.
Ela acorda assustada, após o estranho sonho, se perguntando: "O que isso significa?" " Quem era ele?", mas suas perguntas não serão respondidas, não agora.
A garota se levanta, prosseguindo seu caminho, mas ouviu um barulho, vindo de trás dela, parecia galhos quebrando, quando olhou para trás viu uma luza vindo da sua frente, mas esta logo sumiu, quando foi olhar para a direção da luz ouviu um rosnado, a garota saiu correndo.
Na hora que ela pisou na rodovia, tropeçou caindo, na frente de um caminhão, apenas viu a luz deste, ela não desmaiou, mas sua visão se prendeu a outra coisa, o que estava atrás dela.
O motorista do caminhão desceu do veiculo, foi até ela, se aproximou, sentiu sua pulsação, e o quanto a pele da garota é fria...
A ambulância levou ela para o hospital, onde fizeram exames com ela, muitos deles, mas eles não obtiveram resultados, eles queriam saber quem era ela, de onde ela veio e qual o seu nome... ela não poderia ser canadense, talvez americana? Ou quem sabe inglesa? Sem documentos, apenas um papel no bolso, com um numero de telefone, a unica coisa que se encontrava seca.
- Dr. achamos isso no bolso dela. - Disse uma enfermeira.
- Um numero de telefone? Tente ligar, talvez assim possamos saber quem ela é.
A enfermeira saiu, indo ligar para o numero encontrado no bolso da desconhecida, mas logo voltou.
- O numero está indisponível. - Disse ela.
- A paciente sumiu! - Disse o doutor.
Continua…
#May
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